Inteligência de Sistemas
Salve salve internautas, mais uma vez estou aqui postando um tema bacana pra vocês. Pra começar, no mundo em que estamos hoje, sabemos que grande parte da evolução dele se deve aos avanços da tecnologia, estamos em um mundo literalmente integrado. Ainda que existam argumentos de diplomacia de países, divisas e guerrilhas, é evidente que estamos integrados, afinal, você não saberia dos acontecimentos do mundo se não houvesse um meio de comunicação que que o divulgue, a televisão por exemplo. Beleza, já sabemos que de certa forma o mundo é integrado graças a tecnologia, mas como isso é possível?
A resposta é bem complexa, mas serei breve em minhas explanações. A idéia de inteligência de sistemas nasceu há muitos e muitos anos, antes mesmo da energia elétrica, para ser mais exato na Grécia antiga, quando soldados precisavam se comunicar à longas distâncias em um prazo de tempo curtíssimo, e o que os gregos fizeram? Criaram o primeiro padrão de comunicação, mais ou menos assim: a uma grande distância, dois solados se postavam com uma tocha de fogo em cada mão, o primeiro levanta uma tocha, o segundo (que está a centenas de metros dali) levanta duas vezes a tocha confirmando o primeiro contato, e logo em seguida o primeiro comunica por uma série de códigos movimentando as suas tochas, e finalmente fazendo um sinal que mostra o fim da sua mensagem, e novamente o segundo confirma o entendimento da mensagem.
Se você entrar no contexto de 1000 a.C. isso com certeza é um avanço memorável de uma tecnologia da época, e o mais interessante, essa técnica grega é a base de criação da Internet, sabia? Mas a arquitetura da Internet, e os seus protocolos que as fazem funcionar não é o foco deste post, entretanto foi uma inteligência de muitos anos atrás que fazem os sistemas de hoje. Um outro exemplo muito interessante são os jogos. A inteligência artificial, aquela inteligência que foi programada em um sistema, de jogos é muito interessante, tomamos um exemplo um jogo famoso do console Sony PlayStation, o jogo de futebol Winning Eleven.
A versão do jogo aqui importa se falarmos de detalhes da inteligência, mas desde a primeira versão poderá ser levada como parâmetro da nossa discussão. Imagine você criar, por meio de um computador, 22 jogadores em um plano de 3 dimensões (Gráficos 3D), estaria tudo bem quando você controla um jogador, e dispara a correr atrás da bola, chutar e fazer os comandos de um jogo de futebol… mas… e os outros 21 jogadores? Quem os controla? Como faço pra cada jogador correr atrás da bola? Mas se todos correrem atrás da bola, ficaria tudo embolado? Mas a bola corre o campo muito rápido, seria no mínimo esquisito ver vários jogadores tentando chegar na bola e na verdade nem chegar perto dela. A resposta para essa gama de pergunta é simples: a inteligência artificial implantada em sistenas.
Literalmente é inteligência, falando em uma linguagem mais técnica, são milhões de cálculos por segundo que o console consegue processar, e assim traçando as milhares de jogados possíveis, escolhendo sempre a melhor jogada disponível, e a partir desse conceito podemos definir o nível do adversário, se você quer um adversário mais fácil, no caso a máquina, basta que o processamento escolha outras jogadas, ou que o tempo de resposta seja mais lento.
É muito interessante aprofundar no nível de inteligência que podemos ter em sistemas. Não só em jogos, mas em sistemas de internet, em sistemas desktops, em arquitetura tecnológica de cartões, javacards, GSMs, messengers, SMSs, enfim, a inteligência de sistemas são os verdadeiros “culpados” pela maravilhas tecnólogicas que hoje podemos desfrutar.
Criar um sistema inteligente requer muito mais do que inteligência humana, requer estudo, requer recursos, requer companheirismo e trabalho em equipe, só assim podemos construir algo realmente integrado e inteligente. Um detalhe que vale a pena lembrar é que quanto mais inteligente um sistema puder ser mais fácil será o manuseio por parte do usuário, afinal o sistema é suficientemente inteligente pra operar sozinho parte das operações que o usuário teria de fazer por si mesmo.
Espero que vocês tenham gostado desse assunto, é um assunto interessante e que vale a pena conferir algum material sobre ele, estar por dentro do que acontece no mundo da tecnologia é ser inteligente.
Obrigado pela visita.
João Paulo Cheab
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